domingo, julho 04, 2004

Descobrimento do Brasil (aka Terra de Vera Cruz) - A verdade verdadinha

Estava Pedro Álvares Cabral a rumar à Índia, cabelo oleoso ao vento, grandiosa unhaca do mindinho direito a esgravatar internamente o descobridor nariz, quando, no meio do Atlântico, vê um néon com os seguintes dizeres: "Terra de Vera Cruz, 2 milhas a bombordo".

- Rai's partam - disse o valoroso capitão - um néon no meio do Atlântico a anunciar terras de Vera Cruz? Mas que porra hão-de ser as terras de Vera Cruz?

Mas cagou e andou, deixando Teixeirinha e Finúrias incumbidos de arrumarem a navagante merda lá para um canto, e voltou a rumar à Índia, onde, tinha prometido a D. Manuel I, ia buscar especiarias, ópio e drogas afins, já que o real senhor desde os tempos de D. João II estava habituado a fumar umas cenas maradas.

Ora, alguns metros depois, Cabral dá com outro néon que o alertava desta sucinta forma "Ó grande filho de uma meretriz, metei-vos rapidamente a bombordo, já que a ua milha e meia encontrareis terras de Vera Cruz."

Aí, Pedro Álvares Cabral não teve dúvidas.

- É comigo que fala o néon - pensou ele, já bem bebido, porque se não o estivesse tinha percebido que néons não falam nem aparecem no meio do Atlântico. E virou a bombordo, cá vamos nós para as terras de Vera Cruz.

Esquecei agora, caríssimos leitores, a carta de Pêro Vaz de Caminha, que dava nas drogas pesadas e alucinava bué. Diz ela, na carta de Descobrimento:

"Pardos, nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas"

Tudo mentira. Eram realmente pardas, estavam realmente nuas, nada lhes cobria as vergonhas (eles não tinham vergonhas nenhumas, mas pronto...), mas não eram índios, eram putas. Sim, meus amigos, putas, a Terra de Vera Cruz não passava de um bordel, regido pela senhora com o dito nome.

Mui assimesmada, a tripulação consulta Cabral:

- Ó Capitão, será que a gente não pode a modos que dar umas quecas aqui com as putas?

E o capitão, que desde que saíra de Portugal mais não fazia do que bater umas sarapitolas e aprofundar relações com um marujo alcunhado de "Etelvina", logo acedeu, indo a nadar até à praia para privar, também ele, com as meninas de Vera Cruz.

O pagamento foi feito em bugigangas, e ficou a promessa de voltarem logo que pudessem, já que aquilo era puta fina e barata, como em Portugal não havia.

E aqui está a verdadeira história do descobrimento do Brasil.

(em apoio à causa "Os brasileiros são uns símios filhos da puta")

Sou quem sabeis, Maria Cachucha.