Isto é o título. Segue-se o post.
Como toda a gente sabe, Maria Cachucha não é um ser humano normal. Julga-se que haja uma leve deficiência no seu código genético. A verdade é que os cromossomas de Cachucha passam o dia a jogar Bismarck enquanto ouvem Kimmo Pohjonen. Claramente, não são cromossomas normais.
Por isso, Cachucha é def. Já tentaram dar nomes à coisa - hiperactividade, melguice crónica... Mas é preferível chamar-he deficiência.
Um dos comportamentos regulamentares mais amplamente odiados por Cachucha são o "estar na biblioteca" e o "portar-se como gente", pelo nível de abstracção em que se desenvolvem.
"Estar na biblioteca", pressupõe, para Cachucha, unicamente o acto de se manter durante um certo espaço de tempo num sítio com livros. Para o resto da população mundial, pressupõe igualmente o acto de estar calado e atolado no meio de calhamaços. Ora, claramente, isto é contra-producente. Calado e atolado no meio de calhamaços leva, obviamente e sem hipótese de contestação, a sono. E sono é mau, nesta situação específica. O que se deve, portanto, fazer é pôr música-ambiente e fazer livros pequeninos. Numa experiência levada a cabo por Cachucha, verificou-se que, inseridos neste habitat, os seres humanos não estudam, mas ao menos também não dormem. Ora, entre não estudar e dormir e não estudar mas ao menos estar entretido a ouvir música, acho que a opção lógica é a segunda.
Já o outro solene dito, "portar-se como gente", consegue ser ainda mais abstracto. Gente é equivalente a pessoa, fui ver ao dicionário. Pessoa, logo, Homem. Homem - animal com encéfalo altamente desenvolvido e polegar oponível. Ora, eu estive a checkar e tenho polegares oponíveis. Quanto à parte do encéfalo altamente desenvolvido já surgiram umas dúvidas, mas eu e a minha equipa de cientistas chegámos à conclusão que sim, eu tenho um encéfalo altamente desenvolvido. Portanto, "portar-se como gente" será "portar-se como és". Ora, muito obrigada pelo conselho, para esse tipo de conselho basta-me comprar a SuperPop ou a Bravo e ainda tem um poster do Eminem, um dos Black Eyed Peas e aqueles testes "Será que é na próxima semana que descobres que o teu namorado é gay?".
Porra.
Sou quem sabeis, Maria Cachucha.
Por isso, Cachucha é def. Já tentaram dar nomes à coisa - hiperactividade, melguice crónica... Mas é preferível chamar-he deficiência.
Um dos comportamentos regulamentares mais amplamente odiados por Cachucha são o "estar na biblioteca" e o "portar-se como gente", pelo nível de abstracção em que se desenvolvem.
"Estar na biblioteca", pressupõe, para Cachucha, unicamente o acto de se manter durante um certo espaço de tempo num sítio com livros. Para o resto da população mundial, pressupõe igualmente o acto de estar calado e atolado no meio de calhamaços. Ora, claramente, isto é contra-producente. Calado e atolado no meio de calhamaços leva, obviamente e sem hipótese de contestação, a sono. E sono é mau, nesta situação específica. O que se deve, portanto, fazer é pôr música-ambiente e fazer livros pequeninos. Numa experiência levada a cabo por Cachucha, verificou-se que, inseridos neste habitat, os seres humanos não estudam, mas ao menos também não dormem. Ora, entre não estudar e dormir e não estudar mas ao menos estar entretido a ouvir música, acho que a opção lógica é a segunda.
Já o outro solene dito, "portar-se como gente", consegue ser ainda mais abstracto. Gente é equivalente a pessoa, fui ver ao dicionário. Pessoa, logo, Homem. Homem - animal com encéfalo altamente desenvolvido e polegar oponível. Ora, eu estive a checkar e tenho polegares oponíveis. Quanto à parte do encéfalo altamente desenvolvido já surgiram umas dúvidas, mas eu e a minha equipa de cientistas chegámos à conclusão que sim, eu tenho um encéfalo altamente desenvolvido. Portanto, "portar-se como gente" será "portar-se como és". Ora, muito obrigada pelo conselho, para esse tipo de conselho basta-me comprar a SuperPop ou a Bravo e ainda tem um poster do Eminem, um dos Black Eyed Peas e aqueles testes "Será que é na próxima semana que descobres que o teu namorado é gay?".
Porra.
Sou quem sabeis, Maria Cachucha.

1 Comments:
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