Esclarecimento
Caríssimos voceses que me lendes:
Serve o presente post para esclarecer de uma vez por todas aquele que, a seguir ao do Adamastor, ao do Quinto Império e ao do travesti do JN, é o maior mito português dos últimos anos: o porquê do Maria Cachucha.
Está bem claro que o meu nome não é este (e peço agora desculpa a todos vocês pela quebra do sigilo), o meu nome de baptismo é Vanessa. Felizmente ou porque nessa altura os meus pais já não tinham mais ganza para fumar, não tenho mais nome nenhum, senão, era bem capaz de me chamar Cátia Vanessa, Célia Vanessa ou, pior ainda, Vanessa Genoveva. Mas não, tenho a sorte de me chamar só Vanessa.
Como todas as derivações deste excelente nome me parecem parvas (Nessa, Nessinha, Neninha e tantas, tantas outras), resolvi adoptar, para mim e para um círculo fechadíssimo de amigas (as bonecas de porcelana que fazem parte da decoração do meu quarto) o epíteto Maria Cachucha.
Maria Cachucha é um nome que conheço desde miúda e que está instrinsecamente ligado à noção de tempo passado - "É do tempo da Maria Cachucha", mas o nome é-me atribuído por eu ter usado chucha até aos 4 anos (Maria com a chucha, depois de variadas e complexíssimas derivações gramaticais, deu Maria Cachucha).
Assim sendo, esta bonita e pueril denominação em nada é comparável com a tarada justificação que vós, pérfidos jovens que aqui vindes com intenções perniciosas, atribuis a este nome (Maria Cachucha = Maria que a chucha). Corja.
Se mais assunto,
Sou quem sabeis, Maria Cachucha.
Serve o presente post para esclarecer de uma vez por todas aquele que, a seguir ao do Adamastor, ao do Quinto Império e ao do travesti do JN, é o maior mito português dos últimos anos: o porquê do Maria Cachucha.
Está bem claro que o meu nome não é este (e peço agora desculpa a todos vocês pela quebra do sigilo), o meu nome de baptismo é Vanessa. Felizmente ou porque nessa altura os meus pais já não tinham mais ganza para fumar, não tenho mais nome nenhum, senão, era bem capaz de me chamar Cátia Vanessa, Célia Vanessa ou, pior ainda, Vanessa Genoveva. Mas não, tenho a sorte de me chamar só Vanessa.
Como todas as derivações deste excelente nome me parecem parvas (Nessa, Nessinha, Neninha e tantas, tantas outras), resolvi adoptar, para mim e para um círculo fechadíssimo de amigas (as bonecas de porcelana que fazem parte da decoração do meu quarto) o epíteto Maria Cachucha.
Maria Cachucha é um nome que conheço desde miúda e que está instrinsecamente ligado à noção de tempo passado - "É do tempo da Maria Cachucha", mas o nome é-me atribuído por eu ter usado chucha até aos 4 anos (Maria com a chucha, depois de variadas e complexíssimas derivações gramaticais, deu Maria Cachucha).
Assim sendo, esta bonita e pueril denominação em nada é comparável com a tarada justificação que vós, pérfidos jovens que aqui vindes com intenções perniciosas, atribuis a este nome (Maria Cachucha = Maria que a chucha). Corja.
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2 Comments:
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