Em defesa dos diletantes
Ai eu sei, eu sei... Hoje era suposto continuar-se a Saga do Supermercado - Episodio II ( A revolta das donas-de-casa), mas apresento desde ja duas razoes plausÃiveis para nao continuar com esta bela divagaçao: primeiro, o numero de pessoas que leem isto varia entre o 0 e o 0; e segundo, acho que todos os diletantes merecem este tipo de honra (e que todo o resto do povo merece saber o que e um diletante).
Ora, comecando pelo fim, um diletante e, por assim dizer um amante das artes, sendo esta arte geralmente associada a musica ou a literatura. E sim, eu admito-me como como aspirante a diletante. E passo a explicar: um diletante e um(a) gajo/a que aprecia o seu Tolstoi, que se sente realizado ao analisar as producoes do ultimo album do Solomon Burke e que gosta de ver exposiçoes denominadas "A explosao demografica das couves-de-Bruxelas em 1983 - Apontamentos Fotograficos", mas geralmente esse tipo de gajo/a vive dos rendimentos, ou da herança de um tio albanes, ou e ate mesmo alguem que se dedica, durante o Verao, ao mesmo tipo de actividade que o Zeze Camarinha, ficando com o resto da ano livre para exercer o diletantismo. Ou seja - e um(a) gajo/a com dinheiro para gastar no seu livrinho, ou no seu CDzinho, ou na sua exposiçaozinha em Serralves ou coisa do genero.
Ora, eu sou uma simples. Estudo, vivo a pala dos meus queridos paizinhos, que, para infelicidade da minha carteira, nÃo sÃo ricos, nÃo dispondo, por isso de fundos para gastar em coisas culturais ( e nÃo, o verdadeiro diletante nÃo se presta a ler ou ouvir CDs na FNAC, isso e coisa de mentes pouco cultas, muito menos a ir ao Domingo de manhà a Serralves a borliu, porque Domingo e dia de ir a missa). Por isso, sou uma diletante pobre, que se limita a ler os livros que lhe dÃo no Natal e a ouvir os CDs que rouba aos amigos e a ir as exposicoes as quais a escolinha organiza vistas de estudo. Oh meu Deus, a dor...
E por isso que venho apelar a este blog. Um dia que isto seja conhecido, os excelsos leitores hÃo-de querer contribuir para a formacao da autora desta tristeza sob pena de um dia eu entrar em depressão por falta de cultura e nunca mais aqui escrever. Ah, pois é! Mandem as vossas contribuições para o Zoo da Maia, devidamente endereçados à  Maria Cachucha, que depois eles fazem o favor de me entregar a vossa generosidade ou então dirijam-se a mim na rua e sejam solidários nesta causa para por fim à  minha ignorância. Desde já muito agradecida.
E é esta a grande questão a ser tratada hoje. E como já foi tratada, aqui me despeço.
Sou quem sabeis, Maria Cachucha.
Ora, comecando pelo fim, um diletante e, por assim dizer um amante das artes, sendo esta arte geralmente associada a musica ou a literatura. E sim, eu admito-me como como aspirante a diletante. E passo a explicar: um diletante e um(a) gajo/a que aprecia o seu Tolstoi, que se sente realizado ao analisar as producoes do ultimo album do Solomon Burke e que gosta de ver exposiçoes denominadas "A explosao demografica das couves-de-Bruxelas em 1983 - Apontamentos Fotograficos", mas geralmente esse tipo de gajo/a vive dos rendimentos, ou da herança de um tio albanes, ou e ate mesmo alguem que se dedica, durante o Verao, ao mesmo tipo de actividade que o Zeze Camarinha, ficando com o resto da ano livre para exercer o diletantismo. Ou seja - e um(a) gajo/a com dinheiro para gastar no seu livrinho, ou no seu CDzinho, ou na sua exposiçaozinha em Serralves ou coisa do genero.
Ora, eu sou uma simples. Estudo, vivo a pala dos meus queridos paizinhos, que, para infelicidade da minha carteira, nÃo sÃo ricos, nÃo dispondo, por isso de fundos para gastar em coisas culturais ( e nÃo, o verdadeiro diletante nÃo se presta a ler ou ouvir CDs na FNAC, isso e coisa de mentes pouco cultas, muito menos a ir ao Domingo de manhà a Serralves a borliu, porque Domingo e dia de ir a missa). Por isso, sou uma diletante pobre, que se limita a ler os livros que lhe dÃo no Natal e a ouvir os CDs que rouba aos amigos e a ir as exposicoes as quais a escolinha organiza vistas de estudo. Oh meu Deus, a dor...
E por isso que venho apelar a este blog. Um dia que isto seja conhecido, os excelsos leitores hÃo-de querer contribuir para a formacao da autora desta tristeza sob pena de um dia eu entrar em depressão por falta de cultura e nunca mais aqui escrever. Ah, pois é! Mandem as vossas contribuições para o Zoo da Maia, devidamente endereçados à  Maria Cachucha, que depois eles fazem o favor de me entregar a vossa generosidade ou então dirijam-se a mim na rua e sejam solidários nesta causa para por fim à  minha ignorância. Desde já muito agradecida.
E é esta a grande questão a ser tratada hoje. E como já foi tratada, aqui me despeço.
Sou quem sabeis, Maria Cachucha.

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