terça-feira, agosto 10, 2004

Oh, a dor... Porquê? Mas porquê?

Reprovei.

Sim, meus caros, é facto e há que admiti-lo com a calma que me é possível ter neste momento, uma parca hora depois do suplício.

O veredicto:

"Agora, a menina Cachucha... Domina muito bem a caixa das velocidades (t"ambém, não era de estranhar... Um jeitinho de mãos inigualável, que esta miúda tem...") e a embraiagem ("oh amigo, vá lá, deixe-se de coisas e diga lá que eu passei..."), mas ("MAS?! Mas mas quê?!") é muito distraída ("oh colega, vamos lá a ver, o gajo vinha da esquerda e eu até travei direitinho...") e aqueles espelhos... ("oh sócio, então?! Eu estava para aí a 40 centímetros dos espelhos, deve estar a brincar comigo!") Pois é, Cachucha, é melhor voltar outro dia ("Meu grandessíssimo filho da puta... Vem o exame todo a falar comigo "Ah, bonito ponto de embraiagem, isso, pela direita, muito bem, menina..." e agora é assim? Pois só te digo que um dia vais morrer com uma colónia de lacraus alojado no estômago e eu vou-me rir, 'tá bem? Cabrão...")

Conclusão: Dia 27 lá 'tou eu outra vez. Filho da puta...

Vendo isto pelo lado menos mau, a culpa nem foi tanto minha. Diz a Robina sobre as pessoas cujo nome começa por V, como eu:

"O problema é que vives com um pé no chão e outro na lua, ligando e desligando a tua atenção com uma rapidez incrível."

"Ordens? Detestas. Tanto dar como receber. Só tens é de aprender a controlar essa tua teimosia. "

E está tudo explicado. Haverá alguma hipótese de remeter esta explicação científica e altamente credível à DGV, para ver se eles reconsideram o chumbo?

Sou quem sabeis, Maria Cachucha (REPROVADA)